Brasil

Mulheres relatam casos de assédio na Petrobras após denúncia do Ministério Público

A denúncia de um empregado da Petrobras por assédio sexual no fim de março trouxe à tona uma série de relatos de petroleiras que afirmam terem sido assediadas, levando a direção da estatal a anunciar um grupo de trabalho para rever a maneira como lida com o tema.

Nos relatos, divulgados inicialmente pela Globonews, as mulheres dizem ter passado por situações de assédio por superiores ou outros colegas de trabalho, em alguns casos durante os períodos embarcados em plataformas de produção.

Em um deles, uma empregada diz que tinha que fechar a porta com uma cadeira para evitar a entrada de homens nos quartos. Ela diz também que uma amiga encontrou um colega mexendo em suas calcinhas.

Outra diz ter sido agarrada por um gerente quando voltavam juntos de uma festa. Em outro relato, uma mulher afirma que a chefia deixou de agir quando uma recepcionista teve o seio apalpado por um funcionário.

Os casos vieram a público depois que o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou um empregado do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras) por assédio e importunação sexual contra uma mulher que prestava serviços à estatal.

De acordo com a denúncia, ele se aproveitava de ter cargo hierárquico superior ao da vítima e costumava exibir seu crachá e “passava a constrangê-la de forma insistente, mesmo com a sua recusa”. Por três vezes, teria esfregado seu pênis nas nádegas da vítima, diz a Promotoria.

Outra diz ter sido agarrada por um gerente quando voltavam juntos de uma festa. Em outro relato, uma mulher afirma que a chefia deixou de agir quando uma recepcionista teve o seio apalpado por um funcionário.

Os casos vieram a público depois que o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou um empregado do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras) por assédio e importunação sexual contra uma mulher que prestava serviços à estatal.

De acordo com a denúncia, ele se aproveitava de ter cargo hierárquico superior ao da vítima e costumava exibir seu crachá e “passava a constrangê-la de forma insistente, mesmo com a sua recusa”. Por três vezes, teria esfregado seu pênis nas nádegas da vítima, diz a Promotoria.

Em nota, a Petrobras diz que o empregado denunciado por assédio foi desligado da companhia. “Imediatamente após receber as denúncias, a Petrobras abriu uma apuração interna e adotou as medidas cabíveis dentro do âmbito administrativo”, afirma.

Fonte: Folha de São Paulo

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